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Santa Malta

Rescaldos
Carregueira - Mafra Gare - Carregueira
16 de Novembro de 2008 => Carregueira - Mafra Gare - Carregueira
Distância: 60km
Acumulado: 1250m


Não faças a barba que não é preciso...




Este é outro...
































































































































Ganda Tomac.... 





















 
Santa Malta nos Caminhos de Fátima - 25 de Abril de 2008

 

CAMINHOS DE FÁTIMA 2008

1º Dia – 25/04/2008


Eram 5 da manhã e toca o despertador, finalmente tinha chegado o tão esperado dia, de um salto levanto-me e vou ultimar os pormenores para esta aventura. O dia começa com um bom pequeno-almoço, que muitos chamariam normalmente de almoço, pois aquele esparguete à bolonhesa soube muito bem independentemente da hora madrugadora à que foi comido.

O 1º ponto de encontro foi em Sta. Marta, por volta das 6:30, (Tomac, Nazgul, RS e Morgas), arrancámos daí até ao Parque das Nações, onde já andavam o João e o Zé a fazer aquecimentos. Montadas as bikes e feitas as verificações finais arrancámos para a aventura eram 7:00 da matina.

Ao chegarmos à 1ª placa dos “Caminhos de Fátima” encontrámos o Grupo de BTT – Sobe Sobe e Desce (SSD) que nos acompanhou na 1ª parte do percurso. Os primeiros trilhos mostraram-se muito rolantes, mas iam deixando o aviso, da lama que mais à frente íamos apanhar.

O primeiro reabastecimento foi feito em Vila Franca de Xira, junto à Praça de Touros, paragem curta para repor algumas forças. Arrancámos em direcção à Azambuja, onde podemos desfrutar das Estrada das Lezírias, local muito bonito como podemos observar nas fotos.

Eis chegada a primeira dificuldade, o atravessamento dos terrenos de cultivo mostrou-se algo complicado pois os estradões estavam transformados em autênticas piscinas de lama, defendidas ferozmente pelas silvas nas suas margens, que só nos deixavam a hipótese de ir por dentro de água/lama.

Passada a dificuldade retomámos a calmaria do percurso, sempre plano e com bom piso, apenas o Sol já anunciava que não ia dar tréguas, chegámos a Valada do Ribatejo, local onde fizemos o 2º reabastecimento na companhia dos SSD, existiu neste reabastecimento a preocupação de arranjar água fresca, pois já se sentia muito calor e também aproveitámos para dar uma lavagem nas bikes que ainda traziam lama das lezírias.

Partimos em direcção a Santarém, com uma das paisagens mais bonitas do percurso, esta ligação fez-se rapidamente, pois os estradões largos e com bom piso permitiram aumentar um pouco a média que por esta altura rondava os 18km/h.

Chegámos à primeira subida do dia, subida para Santarém, faziam-se sentir uns agradáveis 43ºC, e todos nós vínhamos em “brasa”, quando a meio da subida eis que surge a baptizada “Fonte Santa”, claro está que aquele “oásis no meio do deserto” nos fez parar para arrefecermos o corpo e revigorar forças para o resto da subida.

Chegados ao centro de Santarém efectuamos mais um reabastecimento, este um pouco mais alargado, pois já se fazia sentir nos estômagos o aproximar da hora de almoço. Arrancámos já com a barriguinha composta em direcção a Olhos D’Água, começámos a apanhar os primeiros desníveis do terreno e o constante sobe e desce começou a ser banal, isto tudo agravado pelo intenso calor que se fazia sentir, e sombras poucas, muito poucas.

Olhos D’Água, excelente local, muito bonito, infelizmente ainda se fazia notar a passagem do tornado por esta zona. Não fosse o avançar da hora e teríamos dado um mergulho naquela água límpida do Alviela. Reposta a água nos “Camel Bag” partimos em direcção à parte mais difícil do percurso.

E para quem tivesse dúvidas, que seria a parte mais complicada, a saída de Olhos D’Água mostrou logo o que apanharíamos daí para a frente, subidas duras, íngremes e com mau piso, estávamos no PNSAC e o calor continuava a não dar tréguas.

Na chegada a Covão do Feto, local onde deixaríamos os “Caminhos de Fátima” e rumaríamos em direcção à Serra de Stº António ao encontro das nossas “Marias” que já nos esperavam na residencial onde passaríamos a noite, já se faziam sentir os 110km nas pernas e não é que aquela povoação era sempre a subir, diria mais aquilo era uma “parede”. Efectuamos mais um reabastecimento no topo desta aldeia, com uma paisagem espectacular.

Agora começa o calvário, chegados à Serra de Sto. António, já após umas subidas longas e devastadoras somos informados por um habitante local que a Residencial ainda se encontrava longe, teríamos que subir ainda mais um pouco até junto das Grutas de Sto. António. Em condições normais teriam sido subidas para ultrapassar sem grande dificuldade, mas quando já temos 120km nas pernas e quase 1300m de acumulado, as subidas tornam-se “paredes”.

Chegámos enfim, após 11 horas decorridas da nossa partida de Lisboa, seguiu-se a lavagem de bikes o merecido banho. Ás 20:30 estávamos prontos para o jantar que se relevou espectacular, muita e boa comida. Estavam repostas as forças para o 2º dia.

2º Dia – 26/04/2008

Alvorada, estávamos todos ansiosos por partir, afinal é hoje que consagraríamos a nossa aventura com a chegada ao Santuário de Fátima. Pequeno-almoço tomado, bikes prontas e partimos, agora 7, pois juntou-se a nós mais um companheiro de pedalada, quem sabe um futuro “malteser”.

Começamos o dia a descer e que descida, 80km/h no meu velocímetro, alucinante. Após a esta descida em direcção a Alvados seguimos a bom ritmo mas sempre em amena cavaqueira até Fátima.

Chegada ao Santuário, conseguimos!!! Somos os vencedores da nossa própria aventura.

Após as fotos da praxe, fomos tomar banho nas instalações do G.D.Fátima, a quem deixo um agradecimento pela forma como nos recebeu. Banhos tomados, rumámos já de carro, em direcção à estação de comboios de Fátima onde deixamos o nosso companheiro R.S e a sua cara metade, a Catarina, que por motivos pessoais tiveram de regressar mais cedo a Lisboa.

Os restantes rumaram em direcção a Almeirim local onde nos deliciámos com uma fabulosa Sopa da Pedra, um obrigado ao João pois foi ele a recomendar o restaurante. Eram umas 16:30 quando resolvemos regressar a Lisboa e já com a tristeza de saber que esta aventura estava a acabar. Mas muitas outras irão existir.

Obrigado a todos por estes dois fabulosos dias.

HMorgado

 
Volta do Portinho da Arrábida, 20 de Abril de 2008

Depois de uma noite chuvosa, em que acordei umas 3 ou 4 vezes, com o barulho do granizo e do vento, fiquei na expectativa sobre o aparecimento da malta no domingo de manhã...
Às 0715 (hora Laobf ) trovejava...
Apesar disso, e conhecendo o timbre dos Maltesers, eu SABIA que esta malta não iria falhar!!!
E de facto, à hora marcada, avistei ao fundo da rua, uns impermeáveis amarelos, pretos, de uma malta que vinha a pedalar ao meu encontro! Estes Maltesers são definitivamente doidos! 
RS, Capitão e José Nunes, Rockrider, Queimado, Hmorgado, Yamabike e aqui o je, formaram o pelotão!

Saímos em direcção ao trajecto proposto, fazendo um atalho por terra batida, que a chuva tratou de acamar e seguimos em direcção a Azeitão, onde provámos as tradicionais Tortas.
Aí... começou o espetáculo Pret à Porter do Yamabike... que deve ter vestido e despido o seu impermeável, umas 6 ou 7 vezes, durante o passeio! E não foi o unico! Alíás, este nosso companheiro, que está em grande forma, foi um autêntico espectáculo dentro do passeio, com os seus constantes "sobe e volta atrás para subir outra vez".... Boa, Yama!

Em direcção à serra, cai a primeira das diversas chuvadas dignas de tal designação, mas que até nem fizeram grande mossa no desenrolar da volta, pois eram normalmente de curta duração, e subimos os Casais da Serra, tentando não abusar no ritmo, que a subida é longa, mas onde no final, somos premiados com uma bela vista sobre o mar, e com uma bela descida até ao Portinho.
Zzzzzzzzzzzzzzzzzzzz zzz até lá baixo, sempre a rasgar!!!!!!

O Portinho lá estava, sereno à nossa espera, e arrancou-nos algumas expressões de admiração pela beleza do local. Os cafés estavam fechados, e passámos pela zona, até à praia do outro lado, através de um trilho como deve haver poucos, assim tão perto do mar. Para não ficarmos muito babados e deslumbrados, logo acordámos para a realidade e  fomos brindados na saída com uma subida a la Fonte da Telha, como dizia o Morgado, e seguimos junto ao litoral, passando pelos novos tuneis do Mónaco, até à Comenda.  

Com a necessidade de subir para sair dali, subimos até ao Alto das Necessidades, que foi a parte do percurso mais chata de fazer, e rumámos de volta até Azeitão e Quinta do Conde, onde eu e o Yamabike nos separámos do pelotão.

Sem ataques do Pica-miolos a registar, pelo menos até à separação, foi um proveitoso passeio rolante, para manter a forma!
No meu caso, 55 kms, com média de 20km/h.... nada mau!

A repetir, talvez numa altura em que dê para dar um mergulho no Portinho!!!

Hasta

 
Rescaldo do Passeio Nocturno na Arrábida - 14 de Março de 2008
Ora que fazer a uma sexta feira á noite? Fácil, la fui com a minha tribo ao Raid Nocturno organizado pela Santa Malta, ou melhor, pela Santa Balda, pois só apareceram 2 santamaltenses.



Alem dos 4 Salta Pocinhas, os dois Santamaltenses, apareceram mais um à borliu e a espécie de "ciclofreelancer“ Jorgex. Éramos apenas oito, mas como normalmente se diz, “só faz falta quem cá está”.

Chegámos cerca da 20h30, o local de encontro era a rotunda junto à estação de camionagem de Palmela. O pessoal foi chegando e logo estávamos prontos para arrancar.
Últimos preparativos, verificar as luzes, etc, e lá fomos nós. O percurso na sua maioria era já conhecido, apenas o facto de ser à noite, o tornou um pouco diferente.



Subimos logo direito aos moinhos de Palmela, esta parte do percurso é muito técnico, ligeiramente a subir, mas estradão com muita rocha saliente. De vez em quando, lá saíamos do estradão para fazer uns singles a subir.

Chegados ao topo, era hora de descer, e lá fomos alternando singles com estradão, até chegar ao cruzamento, de onde se vai para o famoso “cai de costas”, felizmente, o nosso caminho virava para a esquerda, exactamente o lado oposto do “cai de costas”.
Entramos num single alucinado, tipo ravina. Do lado direito uma parede, do esquerdo um buraco, um espectáculo.

Entramos em alcatrão, mas apenas o estritamente necessário para entrarmos na parte mais perigosa do Raid. Mais uns singles, com uma inclinação jeitosa, mas o piso duro com muito cascalho solto. A bicla parecia andar em cima de manteiga.
No fim, atravessámos a Nacional 10, e entramos novamente em estradão, só que desta vez, com direito a lama e tudo. Deu para atravessar um ribeiro, e la fomos direitos ao parque de merendas da Comenda.

Um bocado antes do parque fizemos a paragem do dia (noite!) para comer a bela da barrita, e nos prepararmos pra grande dificuldade da volta. Uma subida que mais parecia uma parede. Tínhamos de subir o monte todo para depois descer atá Setúbal. Com maior ou menos dificuldade, lá fomos.
Já em Setúbal, por volta da meia noite e meia, fomos então para a segunda paragem para reabastecimento. Fizemos escala no Forneiro, para papar um pão com chouriço quentinho.

Ai é que foi só rir. Sexta feira à noite, os bares cheios de gente, entram meia dúzia de malucos vestidos de licra, capacete na cabeça e alguns com luzinhas, para ir buscar um pão com chouriço e uma “jola”, lindo!

Dai saímos direito a Palmela, atravessámos Setúbal, e já a saída no sentido de Palmela, entramos num corte à esquerda, de terra batida, e fomos dar à “subida da cobra”, tem este nome porque serpenteia encosta acima, direito ao Castelo de Palmela.

Dai até ao fim foi um instante. Cerca das 02H00 estava-mos a arrancar para casa.

Resumindo, não foi nada mal empregue o tempo, foi um espectáculo de raid, o pessoal é cinco estrelas e a boa disposição foi uma constante.

Abraço e até à próxima.
 Autor: Fukendie 

Mais no BTTRIBO:  http://www.bttribo.com/nocturno-em-palmela-da-santa-malta-14-03-2008-t154.html

 
G200 - 29 e 30 de Setembro
Grande fim de semana de BTT na Serra de Grândola. 6 Santa Maltenses, 3 equipas, 2 Lapierres, 2 Scotts, 1 Kona e 1 BH. 2 dias a pedalar, 160km para fazer, guiados somente pelo GPS.
Ler mais...
 
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